Que tal trocar o tablet por um instrumento musical?

Depositphotos_23700477_xl-2015-1024x783 Que tal trocar o tablet por um instrumento musical?
Segundo o espanhol Álvaro Bilbao, se os pais querem crianças inteligentes, precisam trocar o tablet de seus filhos por um instrumento musical ou similar

O que você faz para ocupar seus filhos? Dá a eles um tablet, um brinquedo educativo ou um instrumento musical? Embora as duas últimas opções sejam as mais adequadas, hoje a maioria dos pais prefere a primeira opção. E não é a toa que em todos os lugares vemos crianças perdidas com seus tablets.

Se você é pai ou mãe e infelizmente opta por deixar um tablet a todo instante com seu filho (mesmo que não admita publicamente), é preciso rever seus conceitos. Pelo menos de acordo com as últimas descobertas dos pesquisadores da área de educação infantil. Segundo o neuropsicólogo espanhol Álvaro Bilbao, se os pais querem crianças mais inteligentes, eles precisam tirar o iPad da mão dos seus filhos e dar a eles algo bem mais interessante: um instrumento musical. Esse e outros ensinamentos estão no livro O cérebro da Criança explicado aos pais (Editora Planeta – 1ª Edição).

Segundo ele, durante os primeiros seis anos de vida o cérebro infantil tem um potencial que nunca mais voltará a ter. Isto não significa que devamos tentar transformar os nossos filhos ou alunos em pequenos gênios. Mas significa que através de determinadas atividades, é possível estimular o desenvolvimento dos filhos de uma forma sadia e divertida. Um instrumento musical pode ser uma alternativa interessante. O aprendizado de um instrumento pode prevenir dificuldades como o déficit de atenção, a depressão infantil e problemas de comportamento. De acordo com este especialista, as aulas de música estimulam a capacidade de raciocínio das crianças mais do que a tecnologia. Segundo um estudo publicado na revista Psiquiatria Molecular, 50% da inteligência é determinada pelos genes mas os restantes 50% dependem dos estímulos que os mais pequenos recebem.

“Sem os pais, o potencial intelectual da criança não se desenvolve”, assegura Álvaro Bilbao.

A chave do desenvolvimento potencial do cérebro da criança está na sua relação com os pais. Ainda que a genética tenha um peso importante, sem essa presença não se materializará, assegura o especialista. Quando a criança ver o pai lendo ou tocando um instrumento musical, ela se sente estimulada a fazer o mesmo.

O que sugerem as últimas investigações internacionais defendidas por especialistas?

Aula de música e tocar um instrumento musical

Um estudo da Universidade de Toronto, publicado na revista Psychological Science, relacionou o desenvolvimento cognitivo com a aprendizagem de música. Durante um ano, três grupos de crianças de seis anos estudaram, separadamente, canto, piano e expressão dramática. Os que tiveram aulas de música revelaram padrões de inteligência maiores no final.

Não ver televisão

Há uns anos, estavam na moda os filmes de desenhos animados em DVD que aliavam figuras desenhadas à música clássica de compositores como Mozart e Beethoven. Muitos especialistas afirmavam que estimulavam a inteligência de bebês e crianças, uma teoria que muitos estudos internacionais desmentiram. A Associação Americana de Pediatria diz mesmo que as crianças com menos de 2 anos não devem ver televisão.

Evitar programa de desenvolvimento cerebral

Nos últimos anos, surgiram muitos jogos eletrônicos e aplicações móveis que asseguram que treinam o cérebro e estimulam a memória. A verdade é que não existe qualquer base científica que o comprove.

Ver filmes numa língua estrangeira

As crianças que veem filmes numa língua estrangeira tendem a adaptar-se mais facilmente a outros vocábulos e a outros sons. De acordo com um estudo europeu sobre competência linguística, levado a cabo pelo Ministerio de Educación, Cultura y Deporte de Espanha, os espanhóis têm dificuldade em compreender e em falar inglês porque, ao contrário dos portugueses, veem tudo dobrado.

Ler a duas vozes antes de ir para a cama

As histórias que os pais leem aos filhos para os adormecer devem ser lidas a duas vozes. O progenitor lê uma página e a criança lê a seguinte e por aí afora… Um estudo realizado no Canadá garante que este método permite melhorar a capacidade de aprendizagem dos mais pequenos.

E por que não colocar seu filho ou filha em uma aula de música para aprender um instrumento musical?

A música faz parte das manifestações do ser humano desde quando ele está na barriga da mãe. Ela é um tipo de linguagem que está presente de forma muito intensa nas nossas vidas desde pequenos. A criança absorve tudo: a melodia de uma caixinha de música, um instrumento musical, o rádio do carro, o toque do celular e até mesmo o barulho da rua.

A audição é o primeiro sentido que se forma na gestação, o som faz parte do desenvolvimento cognitivo desde antes de nascer. E essa habilidade do ser humano vem sendo aperfeiçoada ao longo dos anos, por meio da música.
A musicalização infantil desenvolve a apreciação musical e a sensibilização aos sons que já existem ao seu redor trabalhando a habilidade criadora, desde os primeiros meses. O estímulo musical, aumenta o comprimento dos feixes cerebrais, acarretando na multiplicidade de habilidades como a audição, cognição e até na ativação de conexões entre neurônios cerebrais.

Concentração e Criatividade

A música potencializa a plasticidade cerebral favorecendo conexões entre neurônios na área frontal, relacionada a processos de memorização e atenção. A prática musical desde a primeira infância de um instrumento musical desenvolve uma boa memória e a capacidade criativa de improviso. Em idosos, a música favorece a prevenção de Alzhimer, trabalhando a memória e o exercício mental.

Saúde Mental

O ensino musical também trabalha a autoestima, disciplina, superação de barreiras, socialização e trabalho em equipe. A prática ajuda a criança a superar seus limites e reconhecer suas forças e fraquezas. A prática com instrumentos musicais também pode ser um grande aliado no combate à depressão, estresse e ansiedade, melhorando o humor e ajudando na capacidade de reconhecimento e resolução de problemas.

Autismo e TDAH

A música reforça áreas cerebrais que, na criança com TDAH, são fracas como o córtex auditivo, visuo-espacial e motor do cérebro. Isso faz com que a criança melhore sua capacidade de concentração, autoestima, autoexpressão e desenvolvimento social. Em crianças com autismo, estímulos musicais têm sido responsáveis por ativar regiões do cérebro associadas ao processamento de emoções.

Desenvolvimento Neuropsicológico

Desenvolver habilidades musicais requer múltiplas funções cerebrais, tais como a função auditiva, para executar e apreciar a harmonia, ritmo, timbre, som, silêncio e demais propriedades sonoras; visual, na leitura de partituras, cifras e reconhecimento espacial do instrumento; e cognitivas, para tocar o instrumento. Dessa forma, a comunicação entre os dois lados do cérebro é estimulada, explicando assim a sua relação com o raciocínio e a matemática.

Habilidades de Liderança

O estudo de instrumentos musicais pode desenvolver habilidades de liderança nas crianças, justamente por trabalhar o equilíbrio, coordenação motora, autoconfiança, concentração elevada, e raciocínio mais ampliado. Essas habilidades ajudam a criança a melhorar seu desempenho também nos estudos escolares, e em seus relacionamentos sociais.

Enriquecimento Cultural

Ajuda a criança a conhecer a diversidade de estilos musicais que existem no mundo, além da história por trás de cada um deles. Põe o aluno em contato com diferentes culturas, países, épocas e lugares, ajudando a enxergar a música como forma de expressão de um momento ou grupo social.

Sensibilidade Emocional

Outro benefício, de extrema importância para o século da tecnologia, é que a música ajuda a trabalhar e desenvolver os sentimentos, ajudando a explorar e manifestá-los. Em um momento de individualismo e distanciamento, ter contato com seus sentimentos e compartilhar com os demais é essencial.


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MÚSICA PARA CRIANÇAS ANTES DOS SETE ANOS PODE AJUDAR EM SEU DESENVOLVIMENTO CEREBRAL

Música antes dos sete anos de idade ajuda no desenvolvimento cerebral
Aulas de música para crianças é possível a partir de quantos anos? Está é uma pergunta que muitos pais nos fazem. E a nossa resposta é categórica: quanto antes melhor! Recentemente uma pesquisa realizada na Universidade de Concórdia, no Canadá afirmou que o contato da criança com a música desde a primeira infância pode ajudar em seu desenvolvimento cerebral. Assim, pesquisa corrobora o que os professores e educadores musicais já diziam: Aulas de música para crianças é algo fantástico. Ainda mais agora que existe um estudo que sustenta essa informação. Segundo os dados, pessoas que começaram a estudar música antes dos 7 anos apresentam mais conexões neurais na idade adulta do que quem começou a estudar música depois dessa idade.
Para fazer a pesquisa, os cientistas montaram três grupos:
  • Grupo 1 – Músicos profissionais que começaram a tocar com menos de sete anos;
  • Grupo 2 – Músicos profissionais que começaram a tocar com mais de sete anos;
  • Grupo 3 – Pessoas que nunca aprenderam nenhum instrumento.
Usando aparelhos específicos, os pesquisadores mediram a resposta cerebral de cada um dos participantes. O objetivo era descobrir se existia algum tipo de conexão no cérebro que só poderia ser feita em determinada idade. Eles notaram que os adultos que haviam começado a estudar música mais cedo tinham mais conexões entre as áreas motoras do lado esquerdo e do lado direito do cérebro. Já aqueles que não eram músicos e os músicos que haviam começado seus estudos mais tarde, não havia diferença. Para os especialistas, isso confirmou a hipótese inicial. Vale lembrar que o estudo não estava avaliando a qualidade musical dos participantes, mas sim estudando sua estrutura cerebral.


O RESULTADO FAZ MUITO SENTIDO, AFIRMA ESPECIALISTA

Para o neuropediatra Mauro Muszkat, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), os resultados da pesquisa fazem muito sentido. O cérebro realmente tem os chamados “períodos sensíveis” e segundo o doutor, certas conexões só podem ser construídas nesses momentos. Isso acontece em relação não só com habilidades motoras, mas com a linguagem, audição e visão. Por isso vale muito a pena investir em aulas de música para crianças.
O estudo ainda está longe de terminar. Embora diversos estudos estejam em andamento, todos eles apontam para uma verdade: “Um dos motivos para que a música traga tantos benefícios à criança é que ela trabalha múltiplas habilidades, estimulando a parte motora, a audição, o raciocínio, as noções de proporção e ritmo, as emoções, a sensibilidade e, assim faz com que várias áreas do cérebro funcionem simultaneamente”.
Portanto se depois de ler sobre esse estudo você ainda tiver dúvidas, gostaríamos de fazer um convite para você: Traga seu filho para o INFOMUC para que ele faça uma aula experimental gratuita. E traga mesmo que ele não apresente desejos para aprender um instrumento específico (como piano, violino ou percussão). Aqui ele pode fazer aulas de musicalização infantil, para ter um contato mais direto com a música e começar a despertar sua atenção para ela. Nossos professores são especializados e farão com que seu filho seja introduzido no universo musical da melhor forma possível.