FÁBIO MARTIN TRAZ PARA RECIFE UM EXCLUSIVO WORKSHOP PARA BACKING VOCAL

Fabio Martin pela primeira vez em Recife traz workshop para backing vocals

Uma tarde cheia de canto, vozes e muita animação! Foi assim a tarde do dia 09 de dezembro aqui no auditório do INFOMUC. Aconteceu pela primeira vez em Recife o Workshop Vocal que teve a participação do músico Fábio Martin. O evento aconteceu para um público VIP muito empolgado, formado por alunos de canto do INFOMUC e com músicos que se inscreveram através do nosso site.

Fábio, que já está na estrada há muito tempo, é evangélico. Mas já realizou trabalhos com diversos cantores católicos como Padre Fábio de Melo, Celina Borges, Davison Silva, entre outros. Atualmente ele faz parte da banda oficial da Cantora Adriana Arydes. Além disso, faz um trabalho solo, tendo inclusive gravado um projeto recente, que está disponível nas plataformas do Deezer e do Spotify.  

No Workshop, Fábio Martin trouxe dicas importantes para quem deseja conhecer o ofício de Backing Vocal. Ele explicou que a função de Backing Vocal é dar suporte ao cantor. Por isso, quem deseja fazer o trabalho de back, precisa estar atento a muitos detalhes. Dai a importância de trabalhar diversos aspectos como afinação, dicção, respiração, apoio, impostação, cuidados com a voz e sobretudo o cuidado falar unir a sua voz a dos outros músicos do coro ao ponto de soar como se fosse uma única voz. Foi uma tarde cheia de aprendizado para os músicos que compareceram ao evento.

Além disso ele mostrou aos participantes a importância da harmonia, dos timbres e da prática de conjunto. Para fechar a aula, ele realizou diversos exercícios e dinâmica com os participantes, tendo como ápice a prática de coro e o trabalho de “abertura de vozes”. Os participantes ficaram encantados com o evento, pois foi uma forma nova de abordar o assunto.

Ao término do Workshop, Fábio Martin fez um pocket show. Cantou músicas de alguns dos cantores católicos com os quais ele trabalhou.Foi um momento de aprendizado, música e muito louvor!

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II AUDIÇÃO DO INFOMUC: UMA TARDE DE MÚSICA E ALEGRIA

Veja como foi a II Audição do Infomuc
Aconteceu no dia 08 de dezembro aqui no nosso auditório a II Audição para Alunos do INFOMUC. O evento contou com mais de vinte apresentações entre alunos e professores e foi um sucesso: Mais de 200 pessoas estiveram no local assistindo e aplaudindo nossos alunos. A audição teve como objetivo mostrar aos amigos e familiares, tudo que os alunos aprenderam em seus respectivos cursos. 


Estilo e diversidade

O que marcou a nossa tarde foi a diversidade de ritmos e estilos. Os alunos apresentaram canções que variavam do clássico ao contemporâneo, das canções infantis aos cantos sacros. Da música popular a música religiosa. E quem participou do evento pode entender o que significa a música para cada dos alunos.
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O resultado de um trabalho bem feito

Para Celivaldo Lira que é um dos fundadores do INFOMUC, esta audição mostra o resultado de um trabalho de um semestre inteiro, onde os professores e alunos se empenharam para fazer música de qualidade. E mostra também uma evolução com relação a primeira audição. Nesta, pudemos ver apresentações diversas com instrumentos diversos. A presença dos pais, a participação dos convidados e a entrega dos alunos foi o grande diferencial da audição. Para ele, eventos assim sempre motivam a perseverar no projeto e melhorá-lo, fazendo com que uma evolução e expertise aconteçam sempre.

Uma experiência incrível!

Audicao-infomuc-2-1024x683 II AUDIÇÃO DO INFOMUC: UMA TARDE DE MÚSICA E ALEGRIA
Para Gabriel Esteves, aluno de canto do Infomuc, a audição foi maravilhosa pois foi a primeira vez em que ele se apresentou assim. Ele também disse que além da oportunidade de cantar, ele teve a possibilidade de ouvir outros alunos e ver o processo evolutivo de cada um deles. Outra aluna do curso de canto, Clara Menezes também afirmou que a audição foi incrível. Foi a primeira vez que ela cantou para um público fora da Igreja. Além disso ela pode constatar a sua evolução e crescimento, fruto do trabalho desenvolvido pela professora Kellyta Martins. 


Um sentimento de dever cumprido

Durante toda a audição, os professores ouviram diversos elogios e agradecimentos por parte dos pais e familiares dos alunos. Para a professora de canto e coordenadora de música do Infomuc, Kellyta Martins, a audição foi realmente fantástica, por que ela viu alunos que nunca se apresentaram em público mostrarem seu talento com muita desenvoltura e segurança. Para ela, a II Audição também foi importante por ver o aumento no corpo de professores presentes, de alunos se apresentando, da variedade de instrumentos e ritmos, e pela qualidade da apresentação dos alunos.
O Infomuc agradece a participação de todos os alunos e aos familiares e amigos que prestigiaram o evento. E já estamos pensando em outros eventos para os nossos alunos. 2019 promete e queremos contar com todos vocês! E se você deseja estar presente na próxima audição como aluno, escolha um curso e matricule-se hoje mesmo para trabalhar seu talento e marcar presença em todos os projetos futuros que o INFOMUC tem reservado para você. Acesse aqui para escolher seu curso e ganhar uma aula experimental gratuita!

CANTAR FAZ BEM. QUER SABER A RAZÃO? EU TE CONTO!

Cantar faz bem. Quer saber a razão? Eu te conto!
Cantar faz bem para o corpo, para a alma e para a mente. E serve qualquer ritmo: samba, ópera, sertanejo, rock, pagode, axé, bossa nova. O segredo é soltar a voz e sentir-se bem. Pegue carona nos programas de calouro e comece a cantar. É simples assim! Solte a voz e sinta os benefícios do canto na sua vida! Já falamos dos benefícios da música nosso blog aqui e aqui. Mas a música traz tanta coisa bacana que ainda temos muito para falar.

Comece deixando de lado a vergonha, escolha um lugar onde ninguém vai te atrapalhar, como o carro ou o chuveiro e  cante. Vai fazer um bem enorme a você! Duvida? Então confira alguns benefícios que o canto traz a sua vida.


Relaxar e aliviar a Ansiedade

A rotina anda tão cheia de tarefas que todo mundo vive ansioso, sob pressão. Mas a ansiedade faz com que o corpo fique, de forma desnecessária, em permanente estado de alerta – a adrenalina dispara e a reserva de ar nos pulmões aumenta. E isso só piora a angústia! Cantar nos obriga a colocar tudo para fora e relaxar.


Soltar as emoções presas e diminuir a timidez

Cantar é uma forma de expressão que mexe profundamente com as nossas emoções, porque a gente sente o que canta. E, quanto mais variadas as músicas, maior é a quantidade de sentimentos que deixamos aflorar. Além disso, é uma ótima terapia para os tímidos. Muitos artistas são tímidos na vida, mas, no palco, botam pra quebrar!


Turbinar a autoestima

Ninguém acha que canta bem, né? Isso acontece porque a voz que nós ouvimos é diferente da voz que os outros ouvem. Arriscar um refrão em alto e bom som, portanto, é uma maneira de parar de se preocupar com a opinião dos outros e apostar no próprio potencial sem medo de errar ou desafinar. É cantar para se sentir bem e pronto! Precisa algo mais?


Respirar corretamente

Quando a gente canta, é obrigada a respirar de forma mais profunda e controlada. E, naturalmente, repetimos isso ao longo do dia e respiramos melhor. De quebra, massageamos o diafragma, que se contrai ao inspirar e relaxa ao expirar e soltar o ar dos pulmões.


Melhorar a postura

Se a respiração é tão importante assim para o canto, não dá para cantar agachadinho ou encolhido, certo? Para arrasar no karaokê, tem que manter uma boa postura.
Agora se você deseja cantar bem, afinado e arrancar aplausos de todos que te ouvirem cantar. Venha estudar no INFOMUC. Nosso time de professores é graduado e especializado e vai ajudar você a cantar como um profissional. Veja como se matricular aqui.  Qualquer dúvida ligue (81) 3129-0307/98253-0458 (whats app) 

MÚSICA AJUDA PESSOAS COM DIFICULDADE DE MEMORIZAÇÃO

Música ajuda pessoas com dificuldade de memorização
Sabia que a música pode ajudar você que está com problemas de memorização? Estudos recentes revelam que estudar música pode ajudar na melhoria de memória e até aumentar o seu QI! Essa é a segunda postagem que falamos desse assunto. A primeira você lê aqui. No entanto, como as pesquisas não param de ser publicadas, queremos mostrar tudo que está acontecendo para você.
O laboratório Auditory Neuroscience  da Universidade Northwestern fez uma pesquisa interessante. Eles constataram que música estimula o seu cérebro e aumenta a sua capacidade de memorização. Isso ocorre porque tocar um instrumento e ler estão relacionados a um mesmo mecanismo neural e cognitivo. Aprender um instrumento potencializará a sua capacidade de memória.
Um estudo foi feito com 22 crianças de 3 a 4 anos de idade. Um grupo recebia aulas de piano e de canto. Outro grupo de 15 crianças não recebeu nenhum tipo de aula. Os dois grupos participavam dos mesmos tipos de atividades na pré-escola. O resultado mostrou que as crianças que tiveram aulas de piano semanalmente desenvolveram 34% mais as suas habilidades espaciais-temporais do que as outras. Não só isso, mas os pesquisadores disseram que os efeitos durariam no longo prazo.
De acordo com um artigo da revista online The Telegraph, “Nova pesquisa sugere que tocar um instrumento musical regularmente altera o formato e a potência do cérebro. Segundo o mesmo jornal, a música pode ser usada como uma terapia para melhorar as capacidades cognitivas.”


Um cérebro que funciona “diferente”

Existe cada vez mais evidência de que o cérebro dos músicos funciona diferente dos cérebros das outras pessoas. Sobretudo nas áreas responsáveis por processar e tocar música. Quando você aprende a tocar um instrumento musical, seu cérebro é muito estimulado. As partes que controlam suas habilidades motoras, de escuta, a de guardar informação musical e a memória se tornam maiores e mais ativas. Outros resultados mostram que tocar um instrumento musical aumenta o seu QI em 7 pontos.
Isso quer dizer que se você aprender a tocar violão, você também estará lutando contra a degeneração cerebelar a um médio e longo prazo. Sendo assim, você pode pensar na possibilidade de trocar as pílulas para estimular sua atividade cerebral por aulas de violãoteclado ou um instrumento da sua preferência.  Que tal?

QUAL O MELHOR VIOLÃO PARA INICIANTES?

Qual o melhor violão para iniciantes?

O melhor violão para iniciantes, nem sempre é o mais caro ou o mais moderno. Quando você vai comprar o seu primeiro violão, é normal ficar perdido diante de tantas ofertas ou achar que o violão mais caro é o ideal para o seu início. Por isso vemos muita gente que vai começar a tocar violão, ter um violão caríssimo e desistir no início. E foi pensando nisso que nós do INFOMUC criamos esta matéria para você. Mas antes de mostrar as opções escolhidas, é necessário falar um pouco mais sobre este instrumento, para que você conheça bem como ele é feito e quais são as suas partes.


As partes do violão

A primeira coisa que se deve considerar em um violão é a madeira com a qual ele é feito. É ela a responsável por dar ao instrumento uma sonoridade diferenciada. As partes de um violão são feitas com madeiras diferentes e depois coladas. Elas são: o fundo, a lateral e o tampo. Como cada parte é feita com uma madeira diferente, é comum ver violões com preços diferentes, levando-se muito em consideração as madeiras com as quais o violão foi confeccionado.

Um outro aspecto com relação ao violão é a questão da ressonância. Quando um violão é confeccionado, seu corpo se transforma em uma espécie de caixa acústica. Isso faz com que o som seja mais forte, mais cheio e mais intenso. A isso nós chamamos de caixa de ressonância. A madeira com que o violão é confeccionado, interfere muito nesta caixa de ressonância, e esta por sua vez interfere na qualidade do som produzido.


Braço e escala do violão

O braço e escala podem ser feitos ou não com a mesma madeira. O braço se divide no braço propriamente dito e a escala. A escala é a parte da frente do braço, onde vemos os trastes, feita com uma madeira mais fina. O braço propriamente dito é o restante da madeira que o compõe.

Se você procura um violão para iniciantes, uma boa dica é procurar um violão cujos trastes 
não sejam muito altos. Quanto mais alto os trastes, mais força o violonista fará.


Entre a escala e o braço propriamente dito, alguns violões tem uma barra de metal chamada tensor. Ele serve como um reforço para o braço. Quando esticamos as cordas do violão, elas geram uma força no braço que muitas vezes tende a mexer na estrutura da madeira. Graças ao tensor, isso não acontece.

O tensor pode ser ajustável ou não. No entanto o ajuste desse tensor é sempre feio por um luthier (técnico de violões). É importante frisar que o braço do violão é projetado para um determinado tipo de cordas, de modo que se o violão tem cordas de nylon, o braço dele foi regulado para esse tipo de corda. Usar cordas diferentes pode fazer com que o braço do seu violão tenha problemas.

Caso você tenha um violão com cordas de aço e deseja colocar cordas de nylon, antes você deve levar a um luthier para que ele verifique se o seu violão tem um tensor ajustável ou se outro tipo de reparo pode ser feito.


Tipos de Corda

Já falamos disso com detalhes em um outro post (que você pode conferir aqui), mas resumidamente podemos dizer que as cordas de nylon são mais flexíveis, mais leves, e permitem maior facilidade para apertá-las e para fazer dedilhados. O violão clássico se utiliza desse tipo de corda.

Por sua vez, as cordas de aço são menos flexíveis. Geralmente se usa palheta para tocar esse tipo de corda. O iniciante sofre um pouco para aprender a interagir com violões que usam aço. Sua principal vantagem é a sonoridade.

Se você está iniciando no mundo do violão, opte por cordas de nylon com uma tensão mais leve. Porém se você comprar um violão com cordas de nylon, jamais tente colocar cordas de aço, sob o risco de perder seu violão!


Violão para crianças

Existem alguns modelos feitos especificamente para crianças. São violões com dimensões menores, especialmente desenhados para se adequarem ao estudante infantil. Vou citar alguns exemplos:

A Giannini possui o modelo GN-R que é para crianças de 03 a 06 anos. Possui também o modelo GN-6 que é para crianças de 06 a 09 anos. A Di Giorgio possui o modelo Piccolo, que também é indicado para ensino infantil.

Mas fique atento! Com relação aos violões infantis, tenha em mente que provavelmente se seu filho (a) continuar os estudos (que faço votos sinceros que sim!), você terá que trocar o instrumento no futuro para um maior. Dito isso, passemos as melhores indicações para violões para iniciantes. Levamos em consideração o custo/benefício do violão, pensando em pessoas que estão começando o estudo do instrumento. 


Violão para iniciantes – Linha infantil – Nossa indicação

1. Di Giorgio Piccolo

  • Dimensões: Caixa de ressonância 42cm
  • Tampo: Oregon Pine
  • Fundo: Pau Ferro
  • Lateral: Pau Ferro
  • Escala: Alpaca

2. Giannini GN-6 ( Indicado para crianças de 06 a 09 anos)

  • Tampo: Spruce
  • Fundo: Basswood
  • Lateral: Basswood
  • Braço: Chinese solid wood
  • Escala: Rosewood


Violão para iniciantes acima de doze anos

Esses modelos de violões possuem boa qualidade para o estudo de iniciantes.

1. Di Giorgio estudante n° 18 (Um dos violões mais indicados para estudante)

  • Tampo: Oregon Pine
  • Fundo: Pau Ferro
  • Lateral: Pau Ferro
  • Escala: Alpaca

2.  Giannini GN-15 (Violão da série Sonicx da Giannini)

  • Tampo: Sitka Spruce
  • Fundo: Linden
  • Lateral: Linden
  • Braço: Solid wood
  • Escala: Rosewood

3. Giannini N-14 (Violão da série Start da Giannini)

  • Tampo: Linden
  • Fundo: Linden
  • Lateral: Linden
  • Braço: Catalpa
  • Escala: Maple Escurecido


Violão para iniciantes de violão clássico

Esses modelos de violões são um pouco mais caros mas possuem ótima qualidade. Indicados para iniciantes de violão clássico.

1. Giannini GN-17 (Violão da série Estudo da Giannini)

  • Tampo: Sitka Spruce
  • Fundo: Sapelle
  • Lateral: Sapelle
  • Braço: Nato com tensor
  • Escala: Indian Rosewood


2. Eagle DH-69

  • Tampo: Spruce
  • Fundo: Mogno
  • Lateral: Mogno
  • Braço: Mogno Oriental
  • Escala: Jacarandá

3. Yamaha C40M

  • Tampo: Spruce
  • Fundo: Meranti
  • Lateral: Meranti
  • Braço: Nato
  • Escala: Rosewood (Jacarandá)

Violões para iniciantes com cordas de aço

Citamos acima apenas violões com cordas de nylon como sugestões de melhor violão para iniciantes porque os violões com cordas de aço são mais difíceis para o iniciante “apertar” as cordas. Porém os de aço são os preferidos por pessoas que gostam de tocar e cantar junto (modo popular). É possível cantar e tocar com um violão de nylon também, sem problemas. Mas muitas pessoas preferem o de aço porque a maioria das músicas que ouvem nas gravações dos seus artistas preferidos é feita com violões com cordas de aço. Isso por causa do volume e do brilho das cordas que ressalta frequências mais agudas nesse violão.

Então, muitos iniciantes começam com cordas de aço. Mas é um risco: o aluno pode sentir dificuldade e não se adaptar ao violão de aço. E, por conta disso, desanimar nos estudos. Seria interessante o aluno experimentar o violão de cordas de aço para sentir se consegue se adaptar ao instrumento antes de comprar.

Dito isso, como dica de violão com cordas de aço fica o Tagima Kansas:

1. Tagima Kansas

  • Tipo de violão: Elétroacústico
  • Formato do corpo: Folk com cutway
  • Tampo: Spruce
  • Fundo: Sapele
  • Lateral: Sapele
  • Cavalete: Rosewood
  • Braço: Mogno
  • Escala: Rosewood
  • Captação: Piezo
  • Pré: Tagima TEQ-5, ativo de 5 bandas e afinador
  • Controles: Volume, grave, médio, agudo, presence, brilliance

E por fim uma última dica: mesmo que o violão tenha uma linha de série como mostramos acima nunca um violão é igual ao outro. Portanto, mesmo que você esteja procurando um violão para iniciantes, experimente o violão antes de comprar. Sinta o seu som, perceba a força que você coloca nas cordas para emitir a nota desejada, observe a ressonância dele e todos os seus atributos. Se você já comprou um instrumento ou ganhou de presente e sente dificuldades com ele, vale a pena levá-lo a um Luthier para que ele possa deixar o violão mais fácil de manusear.

Estas são apenas algumas indicações. Escolha a vontade! Mas lembre-se: Depois de escolher seu violão, não deixe de visitar o INFOMUC e agendar uma aula experimental gratuita.  Temos professores prontos para explorar todo o seu talento musical, transformando você em um músico profissional.

QUAL A DIFERENÇA ENTRE CONTRABAIXO, BAIXO E BAIXO ELÉTRICO?

Qual a diferença entre contrabaixo, baixo e baixo elétrico?

Baixo, contrabaixo ou baixo elétrico são a mesma coisa? Há quem defenda que essas nomenclaturas se referem ao mesmo instrumento. Outros dizem que cada nomenclatura se refere a um instrumento diferente e preferem chamar cada instrumento pelo nome. Neste artigo vamos entender a razão de toda essa confusão. 


Contrabaixo

Quando se fala em contrabaixo, geralmente falamos de um instrumento acústico usado com muita frequência na música clássica. É o segundo maior e mais grave dos instrumentos de cordofone. Seu som é produzido pela vibração das cordas ao ser friccionada com um arco resinado, porém, pode também produzir o som se pressionado com os dedos, uma técnica chamada de pizzicato. Ele pode ser tocado de pé ou sentado por causa de seu grande tamanho.
Suas notas escritas soam uma oitava abaixo do que são escritas para evitar acrescentar linhas adicionais na pauta ou pentagrama.
Hoje em dia é utilizado nas orquestras como suporte para o violino e a viola. Usa-se também no rock, jazz, tango e sobretudo na música clássica.


Baixo ou Baixo Elétrico

Nesse caso estamos falando de um instrumento que bem mais recente que surgiu apenas em 1951 (lançado pelo americano Leo Fender). Este instrumento é muito usado desde então e se popularizou depois que as bandas de rock começaram a fazer sucesso. O baixo elétrico é muito usado em pop, jazz, rock, metal e funk. Sempre soa uma oitava abaixo das notas apresentadas na pauta. Ele precisa estar conectado a um amplificador para fazer sons. Desde os anos 50, ele substituiu o contrabaixo como o instrumento da seção rítmica. Quem tocar o baixo estabelece o campo harmônico e marca o tempo ou pulso rítmico.
Atualmente ele é usado como instrumento de acompanhamento ou como instrumento de solo na maioria dos estilos de música popular do mundo. Sua amplificação é produzida por meio de captadores eletromagnéticos e não com um tampo.


O que os torna tão similares?

Basicamente os nomes e o fato de produzirem um som grave, além de ambos serem responsáveis por estabelecerem o campo harmônico da música e marcar o tempo ou pulso rítmico.


Principais diferenças

Agora que você conhece o estilo dos dois instrumentos, vamos resumir aqui as principais diferenças:

  • Contrabaixo não requer amplificação;
  • Baixo elétrico necessita de amplificação;
  • Contrabaixo é mais usado na música clássica ou em grupos de jazz;
  • O baixo elétrico é mais usado em bandas dos mais diversos gêneros;
  • O braço do contrabaixo é mais suave;
  • O braço do baixo elétrico tem trastes como o violão;
  • O contrabaixo é sintonizado por quartas e é mais grave do que o baixo.

Com essas dicas, fica muito mais fácil entender a diferença entre os dois instrumentos, muito embora sejam bem parecidos.

Aqui no INFOMUC temos aula de baixo elétrico. Nossos professores estão prontos para ensinar você todos os truques deste instrumento, fazendo que você domine totalmente todas as técnicas referentes ele. Agende uma aula experimental gratuita e venha estudar conosco!

AULA DE CANTO LÍRICO OU AULA DE CANTO POPULAR?

E agora? Faço aulas de canto lírico ou popular?
Aula de canto lírico ou popular? Por onde devo começar? Essa é uma das perguntas mais comuns que nossas consultoras do INFOMUC ouvem, quando falam com que que deseja estudar canto. É fácil identificar e distinguir as diferenças entre um cantor lírico e um cantor popular quando ouvimos alguém cantar. No entanto quando alguém decide ter aula de canto, é normal surgir dúvidas sobre canto erudito e canto popular. Existem pessoas que já sabem qual seria o melhor caminho para elas e chegam na escola sabendo se querem o lírico ou o popular. Por outro lado existem pessoas que tem outras preferências. Esses por exemplo, querem aprender canto lírico mesmo querendo trilhar o caminho do canto popular, achando que o trabalho erudito possa lhe dar mais opções no cenário pop. Por isso o Infomúsica trouxe para você alguns pontos que dever ser considerados na hora de escolher entre fazer aula de canto lírico ou canto popular. Confira!


Classificação vocal

  • Lírico: É o primeiro passo para se construir um repertório. Existem músicas escritas para cada tipo de voz, e esta intenção do autor tem que ser respeitada. Por isso a música depende muito da sua classificação vocal (tenor, soprano, barítono, etc.)
  • Popular: No canto popular existe a possibilidade da variação de tons. Além disso, escolha do repertório é feita pelo gosto pessoal, e a tonalidade da peça é modificada para se adequar à tessitura do cantor. A classificação perde importância. O que conta é mostrar uma voz interessante, pessoal, marcante, que o ouvinte possa identificar.


Intensidade

  • Lírico: O Cantor lírico precisa de grande volume ou potência vocal. Via de regra ele não usa microfone e a sua voz deve alcançar toda a plateia mesmo cantando junto com uma orquestra inteira. A aula de canto lírico trabalha bastante a intensidade e a impostação de voz;
  • Popular: Para o canto popular não há a necessidade de tanta potência vocal. O cantor popular geralmente faz uso do microfone. Com isso a emissão da voz fica no nível da fala de forma natural. O cantor regula o volume através da sua emissão vocal e também através do equipamento (microfone).


Qualidade vocal

  • Lírico: Existem padrões já estabelecidos que devem ser respeitados, de acordo com cada tipo de voz. É como se neste caso o cantor é quem deve se adequar a música e não ao contrário;
  • Popular: O conceito de “boa voz” é mais flexível. No canto popular valoriza-se um estilo pessoal, uma voz que se identifique, uma “marca”. Aqui é a música que se adequa ao cantor que pode mudar de tom e de andamento, além de improvisar.


Extensão

  • Lírico: As composições para canto lírico via de regra têm grande extensão, e tendem a explorar as regiões extremas das vozes. Por isso o cantor deve ser virtuoso, e incrivelmente técnico, usando todos os seus recursos.
  • Popular: Nem sempre é necessária uma grande extensão vocal. Entre as cantoras, parece haver certa tendência a rejeitar os agudos (principalmente no registro de cabeça) e valorizar a voz grave; uso da voz “mista” (mistura as ressonâncias de cabeça e peito).


Articulação e dicção

  • Lírico: O cantor lírico precisa seguir as regras da música. Ele serve tanto a ela que em muitos casos a pronúncia artificial é difícil de entender. Ele pode até distorcer um fonema em favor da melhor emissão musical.
  • Popular: Este é um caso inverso: A letra tem primazia e deve ser dita como na fala, com clareza, naturalidade e sem distorções na pronúncia, para que seja compreendida imediatamente.


Liberdade, Criatividade, Improvisação

  • Lírico: Precisa ser fiel à intenção original do autor, respeitando todas as indicações da partitura, como tonalidade, melodia, ornamentos, dinâmica etc. O cantor não pode improvisar.
  • Popular: Procura a novidade, o surpreendente, a releitura; espera-se sempre ouvir uma versão diferente da que já foi feita. É desejável que o cantor coloque na canção a sua “marca”, criando variações rítmicas e melódicas.


Conclusão

São poucos os cantores que conseguem transitar entre os estilos de uma forma eficiente. Muitos dos que tentam migrar acabam soando totalmente fora de contexto. Portanto, se você quer cantar ópera, faça aula de canto lírico. Se você quer cantar qualquer estilo de música popular, faça aula de canto popular pensando na especificidade de cada estilo. Mas se você quer cantar lírico e popular sua dedicação deverá ser dobrada, você terá que estudar as duas formas, e não apenas uma e cantar a outra do mesmo jeito, é isso que deixa o som deslocado no contexto.

AQUECIMENTO VOCAL: POR QUE ELE É TÃO IMPORTANTE?

A Importância do aquecimento vocal
Aquecimento vocal é uma das coisas mais importantes na vida do cantor. Dominar esta técnica vocal é fundamental para todos os cantores, sejam iniciantes ou profissionais.

A voz é o resultado da ação de diversos músculos do nosso corpo. Ela não acontece do nada. Assim como os atletas precisam aquecer a musculatura antes de disputar qualquer competição, o cantor também precisa aquecer a musculatura que faz a voz funcionar.

Quando a musculatura não está preparada, você corre o risco de ter problemas sérios nas suas pregas vocais. A anatomia da laringe, que contém as Pregas Vocais (ou Cordas Vocais), é composta por músculos que devem ser alongados e aquecidos antes do uso. Desta forma, os músculos laríngeos receberão os nutrientes essenciais para trabalhar melhor. Por isso, o ato de aquecer a voz é fundamental para que o profissional consiga cantar, declamar e falar por mais tempo.


Objetivos do aquecimento vocal

  • Mobilizar Pregas Vocais para estimular a irrigação sanguínea na região;
  • Ampliar articulação da boca a fim de favorecer a projeção da voz;
  • Instalar padrão respiratório que forneça apoio para sustentação de notas musicais;
  • Atenuar sobrecarga das Pregas Vocais através da ativação adequada de outras estruturas torácicas e faciais;
  • Elevar tempo máximo fonatório para que haja maior resistência vocal.
Se o seu desejo é realmente cantar como um profissional, é imprescindível cuidar da sua voz. Ela será seu “instrumento de trabalho”.


Quem são os profissionais habilitados para trabalhar o seu aquecimento vocal?

São dois os profissionais que podem ajudar você a ter um aquecimento vocal de qualidade: o fonoaudiólogo e o professor de canto.
O fonoaudiólogo é um profissional de Saúde que a grosso modo trata da voz de um modo clínico. Ele tem a habilidade para habilitar e reabilitar a sua voz. Por isso, ele também pode realizar com você um trabalho de aquecimento vocal. No entanto seu trabalho se resume a uma atuação mais clínica do que propriamente cênica ou artística.
Por outro lado, o professor de canto profissional é habilitado para trabalhar a sua voz em prol da música. Ele também tem a habilidade de trabalhar com eficiência e eficácia a sua voz em todas as etapas, incluindo o aquecimento e o desaquecimento vocal. Cabe a ele escolher os melhores exercícios e ensinar você a fazê-los de forma constante.


Quais os riscos de não fazer um aquecimento vocal ou fazê-lo de forma errada?

O grande problema de não fazer um aquecimento adequado antes de cantar é de você forçar demais a musculatura do aparelho fonador (inclusive as cordas vocais). Com isso você pode ter problemas cordas vocais como rouquidões constantes, nódulos, cistos, hemorragias e laringites. Por isso antes da sua apresentação, reserve uns vinte minutos para aquecer a sua voz (com os exercícios indicados pelo professor). Depois da apresentação reserve uns minutos para desaquecer a voz e ficar em silêncio. Assim as cordas vocais podem descansar e você poderá voltar a conversr normalmente.
Se você nunca fez aula de canto ou de técnica vocal e deseja estudar com professores habilitados, venha para o INFOMUC. Aqui temos tudo que você precisa para transformar você em um cantor(a) de verdade. Agende uma aula experimental gratuita no curso de Canto Popular ou Lírico ou no Curso de Técnica Vocal. Venha cantar conosco!

APRENDER A TOCAR VIOLÃO: O QUE DE FATO É NECESSÁRIO?

Para aprender a tocar violão, são necessárias três coisas: paciência, persistência e constância.
Quando eu comecei a aprender a tocar violão, ouvi uma frase que nunca esqueci: “Um violão é uma segunda namorada. Trate-o com carinho e esteja sempre com ele”. Quando alguém me pergunta o que seria necessário para aprender a tocar violão, eu sempre digo que são necessárias três coisas: paciência, persistência e constância.
Quem disser que você vai aprender a tocar violão da noite para o dia estará mentindo para você. Existem fatores que podem ou não acelerar o seu desenvolvimento e aprendizado com o instrumento. Um exemplo desses fatores são o professor com quem você estuda, o instrumento que você utiliza e o tempo e a frequência com que você estuda. Mas mesmo assim é preciso ter paciência com o seu ritmo de aprendizado. É importante também ser persistente com os exercícios e constante (de estudar sempre). É necessário praticar todos os dias pelo menos de 40 minutos a 1h30 (óbvio que isso vai do seu tempo e disponibilidade).


Mas o que eu devo estudar?

Bom esta resposta depende de muitos fatores. Você estuda em uma escola ou tenta aprender sozinho? Deseja estudar violão clássico ou popular? Tem algum conhecimento musical ou não? Eu particularmente defendo a ideia que todo mundo que queira aprender a tocar violão (ou seja, um iniciante), procure uma escola ou até mesmo um professor de música. Se você tem uma certa experiência e um certo domínio do instrumento, até é possível que você possa estudar sozinho. Mas o inciante precisa realmente de um bom professor. E por que?
Quando você aprende sozinho, você desenvolve alguns vícios que posteriormente te impedirão de avançar no domínio do instrumento, além de comprometer a sua virtuose. Já o professor te ajudará a começar do jeito certo. No começo, a pessoa que aprende sozinha pode até tocar a primeira música mais rápido. Porém em um determinado período do aprendizado esse aluno “autodidata” vai parar de avançar. Isso acontece por que ele não aprendeu as técnicas certas. Já o aluno que tem um professor vai avançar gradualmente e sempre. O professor além de ministrar os exercícios, observará seu rendimento, corrigindo erros e vícios antes que você se acostume com eles.
Se você deseja estudar sozinho, realmente não sei o lhe dizer o que seria melhor. E nem digo isso por mal. É por que realmente não tenho como saber o que você já aprendeu ou o que deseja aprender. Mas se você é iniciante e opta por uma escola como o INFOMUC, a dica é estudar tudo que o professor mandar. E mesmo se você em um determinado momento achar o exercício entediante ou sem sentido, continue estudando. No momento certo o professor vai lhe mostrar não apenas os avanços, mas o sentido de todo aquilo que ele ensinou. E você avançará bem mais rápido no estudo do seu instrumento do que resolvesse aprender por revistinhas ou por métodos de internet.
Quer fazer uma experiência interessante? Por que você não marca uma aula experimental de violão clássico ou popular aqui no INFOMUC? Temos professores preparados e habilitados para ensinar a você todos segredos do instrumento. Que tal a ideia?

MÚSICA PARA CRIANÇAS ANTES DOS SETE ANOS PODE AJUDAR EM SEU DESENVOLVIMENTO CEREBRAL

Música antes dos sete anos de idade ajuda no desenvolvimento cerebral
Aulas de música para crianças é possível a partir de quantos anos? Está é uma pergunta que muitos pais nos fazem. E a nossa resposta é categórica: quanto antes melhor! Recentemente uma pesquisa realizada na Universidade de Concórdia, no Canadá afirmou que o contato da criança com a música desde a primeira infância pode ajudar em seu desenvolvimento cerebral. Assim, pesquisa corrobora o que os professores e educadores musicais já diziam: Aulas de música para crianças é algo fantástico. Ainda mais agora que existe um estudo que sustenta essa informação. Segundo os dados, pessoas que começaram a estudar música antes dos 7 anos apresentam mais conexões neurais na idade adulta do que quem começou a estudar música depois dessa idade.
Para fazer a pesquisa, os cientistas montaram três grupos:
  • Grupo 1 – Músicos profissionais que começaram a tocar com menos de sete anos;
  • Grupo 2 – Músicos profissionais que começaram a tocar com mais de sete anos;
  • Grupo 3 – Pessoas que nunca aprenderam nenhum instrumento.
Usando aparelhos específicos, os pesquisadores mediram a resposta cerebral de cada um dos participantes. O objetivo era descobrir se existia algum tipo de conexão no cérebro que só poderia ser feita em determinada idade. Eles notaram que os adultos que haviam começado a estudar música mais cedo tinham mais conexões entre as áreas motoras do lado esquerdo e do lado direito do cérebro. Já aqueles que não eram músicos e os músicos que haviam começado seus estudos mais tarde, não havia diferença. Para os especialistas, isso confirmou a hipótese inicial. Vale lembrar que o estudo não estava avaliando a qualidade musical dos participantes, mas sim estudando sua estrutura cerebral.


O RESULTADO FAZ MUITO SENTIDO, AFIRMA ESPECIALISTA

Para o neuropediatra Mauro Muszkat, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), os resultados da pesquisa fazem muito sentido. O cérebro realmente tem os chamados “períodos sensíveis” e segundo o doutor, certas conexões só podem ser construídas nesses momentos. Isso acontece em relação não só com habilidades motoras, mas com a linguagem, audição e visão. Por isso vale muito a pena investir em aulas de música para crianças.
O estudo ainda está longe de terminar. Embora diversos estudos estejam em andamento, todos eles apontam para uma verdade: “Um dos motivos para que a música traga tantos benefícios à criança é que ela trabalha múltiplas habilidades, estimulando a parte motora, a audição, o raciocínio, as noções de proporção e ritmo, as emoções, a sensibilidade e, assim faz com que várias áreas do cérebro funcionem simultaneamente”.
Portanto se depois de ler sobre esse estudo você ainda tiver dúvidas, gostaríamos de fazer um convite para você: Traga seu filho para o INFOMUC para que ele faça uma aula experimental gratuita. E traga mesmo que ele não apresente desejos para aprender um instrumento específico (como piano, violino ou percussão). Aqui ele pode fazer aulas de musicalização infantil, para ter um contato mais direto com a música e começar a despertar sua atenção para ela. Nossos professores são especializados e farão com que seu filho seja introduzido no universo musical da melhor forma possível.